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‘Shikisaigakuen’ A força da cor que revitaliza o coração

As crianças vão demonstrando em seus rostos a cor que representa o sofrimento e o que o coração está necessitando


▲“Pode usar qualquer coisa”, “Pode desenhar o que quiser”. Em meio à liberdade e segurança prometidas, as crianças se divertem cada uma à sua maneira desenhando e misturando cores.

Há crianças que se aventuram no labirinto do dinossauro; crianças que pintam dezenas de desenhos e, entre elas, aquelas que vão misturando suas cores favoritas na palheta; cada uma com sua rica individualidade. Esta é uma cena observada na escola maternal (creche) de Nishigo-mura de Kawatani, onde foi realizado o “Oekaki Care” (tratamento através de desenhos). Para a sra.Masako Fujii, terapeuta de arte e gerente especial de apoio à educação, disse “É uma brincadeira muito importante para as crianças. Brincar com pintura e misturar as cores até não poder distinguir a cor original fazem parte do processo de revitalização. Este processo também foi observado nas crianças que sofreram com os vários estresses no desastre de Hanshin-Awaji de 17 anos atrás. As feições das crianças que acharam sua cor que simboliza seus sentimentos e sofrimentos se tornaram claras. Não importa se a cor era escura. O mais importante é conseguir se expressar.”

▲Desenho de labirinto de dinossauros feito por um menino da 6ª série, na época do desastre de Hanshin-Awaji. Desde então, muitas crianças ficaram concentradas no ‘Okusuri nurie’, um tipo de pintura remediada. Não tem dúvida de que expressar sua emoção colorindo o desenho do labirinto livremente revigora as crianças.

▲Sra.Fujii, prestando atenção no que as crianças estão falando

Por causa do terremoto de Hanshin-Awaji em 1995, sra.Fujii, residente em Kobe-shi, estabeleceu a organização ‘Shikisaigakuen’ para tratamento psicológico das crianças. Desde o desastre, ela e seu pessoal voluntário continuaram a dar apoio ao tratamento psicológico e desenvolver as capacidades das crianças através da arte. Quando houve o desastre na região leste do Japão, ela correu até o Ginásio Municipal de Esportes de Yonezawa para oferecer horas de tranquilidade através de pinturas. “Naquela hora, quem estava no abrigo eram as crianças de Fukushima”, disse a Sra.Fujii. Desde então, ela visita periodicamente aquela mesma escola maternal (creche). “Estou somente ajudando para que as crianças se animem. Quem é maravilhoso são as crianças, pois dá para perceber que elas estão tentando superar e crescer.”, disse sra.Fujii. E conta também que o apoio à recuperação é uma luta a longo prazo. Agora, ela está pensando em oferecer tratamento psicológico através da arte aos adultos que estão passando por uma dolorosa experiência.

(data da entrevista: 18/01/2012)

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